terça-feira, 5 de agosto de 2008

A redução da pobreza



Caros Amigos,


Em recente pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão ligado ao governo, mostra que o percentual de famílias pobres caiu de 35% para 24,1% da população nas seis maiores regiões metropolitanas do país entre 2003 e 2008. Isso representa uma redução de quase um terço no percentual de pobres, ou cerca de 4 milhões de pessoas.
O levantamento, com base nos dados do IBGE, considera como pobres pessoas em famílias com renda mensal per capita de até meio salário mínimo (R$ 207,50).


Já o percentual de indigentes (renda de até R$ 103,75) caiu pela metade no mesmo período, de 13,7% para 6,6%, uma redução de quase 3 milhões de pessoas nessa condição. Hoje, 27,4% dos pobres são considerados indigentes, ante 38,6% considerando, nesse caso, dados de 2002. A maior queda na pobreza foi observada na região metropolitana de Belo Horizonte, onde o número de pessoas pobres caiu de 38,3% da população em 2002 para 23,1% da população em 2008.


As regiões metropolitanas que apresentaram as maiores taxas de pobreza no período analisado foram as regiões de Recife e Salvador, onde, a estimativa para 2008, indica respectivamente 43,1% e 37,4% de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza. Em números absolutos, as duas regiões metropolitanas que registraram as maiores quedas na pobreza foram São Paulo e Rio, com redução de 1,15 milhão e 571 mil no número de pessoas pobre entre 2002 e 2008. A região que menos reduziu foi Recife, cerca de 300 mil pobres a menos. Além dessas regiões, entrou na pesquisa Porto Alegre.


Mesmo com a queda na probreza, ainda observamos pessoas que não tem nada para comer em suas casas. Não precisamos ir muito longe, basta olharmos em nossa cidade e tirarmos nossas conclusões. Mesmo que sejam feitos projetos para acabar de vez com a pobreza, infelizmente não conseguiríamos fazer isso, devido algumas pessoas não terem senso de consideração pelas outras em ajudar, seja materialmente, seja financeiramente. Embora tenha se reduzido este número, vemos constantemente na televisão reportagens de famílias carentes, onde a maioria das vezes as crianças para comerem alguma coisa, acabam frequentando o lixão em busca de algum alimento.


Isso gera indignação por parte de todos nós em vermos cenas como estas. Enquanto uns tem muito, outros não tem nada. Infelizmente, esta é a cena que vive não só nosso País, como também o mundo inteiro, em especial os países que são considerados de primeiro mundo. Uma coisa muito triste para todos nós. Esperamos que algum dia esta cena mude, mas para mudar é dever de todos nós fazermos nossa parte. Sempre que vc for almoçar, fazer um lanche ou até mesmo jantar, pare e pense um pouco em quantos lares do mundo muitas pessoas não tem um "grão" de feijão para se alimentar. Não só isso como também você que costuma às vezes jogar fora a comida, seria bem importante parar para pensar um pouco neste ponto. Se fizermos as mudanças necessárias e ajudarmos nosso próximo, com certeza poderemos ainda mais diminuir este número que mancha a reputação do nosso país e do mundo.

Um comentário:

Blog do Cláudio Henrique disse...

Meu amigo Ivan, a pobreza representa indignidade humana. Como é frustrante para um pai de familia nao dar nada para comer aos seus.
O homem é um ser egoista, e nao sabe seguir os passos de Jesus, que é a partilha. E estes numeros de reduçao, nao sao nada ao se comparar ao mar de miseria que nosso planeta vive.
Abraços irmao, uma reflexao muito boa viu.