domingo, 27 de dezembro de 2009

O Rádio Brasileiro perde o ícone e radialista Muíbo César Cury


Caros Amigos,

Na manhã deste sábado, 26, o Rádio Brasileiro e seus ouvintes perderam um de seus ícones que faz parte da história da comunicação. Faleceu, aos 80 anos de idade em decorrência de problemas cardíacos o radialista Muíbo César Cury. Sua voz inconfudível abalou milhares de ouvintes que sempre estavam em sintonia nos programas aos quais apresentava.

Desde 1952, Muíbo trabalhava na Rádio Bandeirantes (AM 840 e FM 90,9) como locutor e apresentador de alguns programas jornalísticos e musicais, estando atualmente ao lado dos jornalistas Paulo Galvão e Chiara Luzzati no comando do Jornal em Três Tempos que é apresentado de segunda à sexta das 16h às 18h.

O radialista nasceu em 15 de janeiro de 1929 no município de Duadina, interior de São Paulo. Muíbo começou sua carreira radiofônica na Rádio Clube de Marília, em 1940. Durante seus 60 anos de carreira, este ícone atuou 57 na Rádio Bandeirantes como apresentador, locutor, dublador, repórter, ator, cantor e compositor, inclusive nos anos 60 sendo o Barroso na dupla Barreto e Barroso.

Nesta época ele compôs com Tedy Vieira a música "João de Barro", sendo um grande sucesso e regravada mais de 60 vezes por outros cantores. Se por um lado é triste termos esta grande perda no Rádio, pelo outro ficamos felizes por nos restar as boas lembranças deste grande radialista que nos deixará saudades de ouvir sua bela voz.

E para quem deseja saber mais sobre Muíbo César Cury, a Rádio Bandeirantes apresenta às 05h da manhã deste domingo, 27, uma edição especial do programa "Memória" em homenagem a ele comandado por Milton Parron. O programa pode ser ouvido também pelo site da RB que é http://www.radiobandeirantes.com.br/


Obrigado Muíbo César Cury!!!


* Com informações do site Bastidores do Rádio e Rádio Bandeirantes

Um comentário:

Blog do Cláudio Henrique disse...

Ow cara, saudade de passar neste blog conceituado.
Jow, o rádio vem perdendo muitas figuras importantes. Resta-nos lamentar e fazer memoria a eles.
Abraços.